Entrevistas

COSMOPOLITAN HONG KONG – Jackson: E daí se eu perder ou se eu estiver errado?

Oppa de Hong Kong! Hong Kong deu à luz a estrela coreana Wang Jia Er Jackson: E daí se eu perder ou se eu estiver errado?

A princípio, ele era a futura estrela da equipe de esgrima de Hong Kong; mais tarde, se tornou a próxima estrela com grande potencial nas indústrias chinesa e coreana de shows de variedade. O nome dele é Wang Jia Er Jackson, o primeiro oppa de Hong Kong a debutar na Coreia. 7 anos atrás, ele não quis a chance de participar das Olimpíadas, e desistiu da oferta da US Stanford University. Com apenas 17 anos, ele estava decidido a ir para a Coreia para ser um trainee dedicado. O resultado? Depois de quase 3 anos de treinamento duro, Jackson finalmente debutou como membro do boygroup coreano GOT7. No meio do ano passado, ele mesmo foi direto para a indústria de entretenimento da China sozinho. Recentemente, também voltou para sua cidade natal e conheceu seus fãs de Hong Kong. A busca implacável de seus sonhos naqueles dias resultou na carreira de alto nível hoje. Quando elogiamos que Jackson “fez uma ótima escolha!” naquela época, ele disse brincando que ele “não teve escolha”.

A evolução do Kpop é incontrolável e independentemente de se tratar de um verdadeiro oppa coreano ou de um homem bonito de outro país, todos são coroados com o título de “Estrela Coreana” e, naturalmente, sua importância aumentará tremendamente. Veja o quão popular esta “Estrela Coreana” Jackson, que pode falar Cantonês fluente, é e você sabe: seu primeiro fanmeeting  solo atraiu muitos fãs.

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🔺 Jackson: “Até agora, não fiz nada que eu me arrependa. Então, e daí se eu perder ou se eu estiver errado? Ainda que eu perca para mim mesmo, aí então que não há necessidade de se arrepender.”

Voltando a  Hong Kong, Jackson sentiu muito mais

Estando longe de Hong Kong por 7 anos, Jackson disse que sentiu falta de Hong Kong. “Eu amo Cha Chaan Teng de Hong Kong (T/N: cafés tradicionais de Hong Kong), comida de rua e arroz com 2 tipos de carne bem assada. Muito bom!” Esta foi a primeira vez que ele estava promovendo em Hong Kong sozinho. Embora o mercado de Hong Kong fosse pequeno, esse rapaz de Hong Kong estava cheio de afetos pelo lugar em que nasceu. “Todo mercado tem seu próprio estilo, você não pode compará-los. Quanto às canções cantonesas, se eu tiver a chance, é claro que eu quero cantar uma delas”.

Jackson disse que amava ir para casa, mas era justamente isso,  essa “casa”, não parecia familiar. “Eu ainda estou preso na era de ouvir Hin Cheung’s Ardently Love e Justin Lo’s ‘Man’. A mudança aqui é muito grande. Eu sou como um bebê recém-nascido, aprendendo sobre esse lugar de novo”. A cena de sair de casa quando tinha 17 anos ainda era tão clara na mente de Jackson que era como se estivesse bem diante de seus olhos…

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Tornar-se uma estrela coreana estava cheio de obstáculos

A mãe de Jackson, Mum Zhou Ping, foi membro da equipe de ginástica da China, seu pai, Rick Wang, tem o título de “A Espada Número Um do Mundo” e ganhou a primeira medalha de ouro para a China. Sendo filho de atletas renomados, Jackson também mostrou seus talentos atléticos. Aos 12 anos, ele já ganhou uma medalha de ouro de esgrima nos Jogos Nacionais da República Popular da China. Jackson não era a estrela de esgrima do amanhã com o potencial ilimitado, ele também era um aluno top com resultados impressionantes. Seus pais esperavam que seu filho pudesse se desenvolver tanto atleticamente como academicamente, mas eles não esperavam que ele optasse por um terceiro caminho.

“Desde jovem, eu realmente amo performar e amo música. Eu fui observado por um empresário coreano quando eu tinha 14 anos, mas por ser muito novo e com a objeção dos meus pais, acabou não acontecendo. Quando eu tinha 16 anos, a chance de ir para a Coreia apareceu novamente. Eu realmente não queria desistir” Com relação ao desejo de seu filho, seus pais até recentemente estavam em choque, então eles observaram e finalmente o apoiaram. “Quando eu estava conversando com meu pai, eu disse ‘Se eu conseguir a medalha de ouro no Campeonato Juvenil Asiático de esgrima, então você tem que me deixar ir para a Coreia”. Eu realmente acabei ganhando a medalha de ouro, e meu pai disse orgulhoso para seus amigos, “esse é o meu filho”. Eu trouxe a tona novamente a questão sobre depois de ganhar a medalha, e ele percebeu que eu estava sendo sério sobre isso”.

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🔺 Depois de muitos anos de trabalho duro, Jackson finalmente debutou como membro do grupo coreano GOT7.

Naquele ano Jackson estava com 17 anos, e tinha se graduado da escola secundária.  Ele tinha muitas opções na frente dele.  Poderia tentar brigar para entrar nas Olimpíadas de Londres; ele recebeu ofertas das universidades de Hong Kong e Stanford nos Estados Unidos; e havia um convite de uma empresa de entretenimento coreano. Infelizmente, ele “não fez realmente uma boa escolha”. Claro que os pais esperavam que o filho deles pudesse ir bem nos esportes e nos estudos, e meus amigos sentiam que começar do zero em uma terra estrangeira era muito arriscado. Mas eu estava certo que tudo o que eu queria era ir para a Coreia. “Se eu perdesse essa chance, eu me arrependeria pelo resto da vida” Depois do período de observação, e vendo a determinação de seu filho, só restava para os pais então, trocar a desaprovação para apoio.

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Desistindo de tudo em Hong Kong, Jackson abriu seu próprio caminho através do trabalho duro

Quando ele chegou à Coreia pela primeira vez, Jackson não conhecia o idioma. Ainda que não estivesse acostumado com a terra estrangeira e os estranhos, o caminho havia sido escolhido por ele mesmo, então ele só se permitiu ficar com saudades de casa por 3 dias “quando eu cheguei na Coreia pela primeira vez, eu pensei que havia vindo para o lugar errado, e eu não podia contar a ninguém os meus problemas. Se eu contasse para os meus instrutores, eles iriam informar aos superiores que a mentalidade deste trainee não era boa o suficiente. E entre os trainees, já que eles eram meus concorrentes, também não era possível dividir meus problemas. Já para os meus pais, eu estava com medo que eles fossem se preocupar, mais do que ninguém eu não podia contar a eles. Eu tive que aguentar tudo sozinho”

Há rumores que trainees na Coreia recebem um treinamento infernal de 15 a 16 horas todos os dias. Aqueles que conseguissem aguentar isso teriam uma chance de debutar, aqueles que não, então, por favor, que fossem para outro lugar. Em relação a isso, Jackson não pode negar “é como espremer um tubo de pasta de dente, isso (o treinamento) querer espremer todo o potencial dentro de você, é como alongar um elástico, alongando ao máximo, mas sem poder quebrar”.

Dito isso, Jackson sentiu que estava tudo bem. “Na verdade, os instrutores nunca nos forçaram a treinar. Eles apenas nos fizeram responsáveis por isso. Pelo sistema ser de um jeito que tinha um teste todo mês, você poderia ser mandado embora a qualquer momento, e é claro que todos trabalhavam duro, então praticamos por vontade própria.” Sendo atleta, Jackson ainda conseguiu se adaptar ao treinamento rígido. Mas em relação à dança, canto e rap, ele ainda não era bom o bastante. Ser capaz de sobreviver até o final, tudo se resumiu à competitiva e ambição em sua veia. “Eu sempre pensei no por que outras pessoas podem se tornar o número um do mundo, mas eu não? Se os outros treinam 10 vezes, eu vou treinar 100. Eu não acredito que eu não seja tão bom quanto os outros.”

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🔺 Recentemente Jackson lançou sua música solo, alimentando o boato que ele vai deixar seu grupo.

Se tornando um astro de variedades, Jackson não esquece sobre música

Essa garra permitiu que Jackson debutasse com sucesso como membro do grupo coreano GOT7. Dentro de um curto intervalo de 4 anos, sua popularidade cresceu rapidamente na Coreia e no Japão. Em 2017, ele até montou seu próprio estúdio na China para desenvolver sua carreira solo. Enquanto ele subia mais alto na carreira, os boatos e conflitos aumentaram. Os boatos dele saindo do grupo nunca pararam.

Em relação a isso, Jackson não se pronunciou. Ele disse apenas que os tropeços dos últimos anos, o fizeram crescer mais rapidamente. “Um rapaz jovem pisando na sociedade, como é possível não esbarrar em obstáculos? Embora tenha um ditado, ‘Se você não escuta os conselhos dos mais velhos, você vai sofrer. ’ Eu vou considerar a opinião de outras pessoas, mas às vezes se eu mesmo não vivenciar,  não irei desistir. Estes poucos anos me fizeram aprender como lidar com pessoas e assuntos. Embora eu ainda esteja distante de ser maduro, pelo menos estou aprendendo.”

Independente de onde ele irá daqui pra frente, ele nunca vai se desviar do porquê ele começou a fazer música. “No passado, as pessoas me conheciam principalmente pelos programas de variedades, e sentiam que eu só sabia ser engraçado. Esse é apenas um lado meu. Agora eu tenho mais tempo de fazer a música que eu gosto, então espero poder fazer com que as pessoas saibam o quão sério eu sou em relação à música, arte e dança.”

Jackson, que tinha apenas 23 anos, estava de olho não apenas no mercado asiático, como também no internacional. Sua ambição era admirável. Esperança que ele possa continuar a lutar pela honra de Hong Kong, e se tornar outro orgulho de Hong Kong.

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🔺Quando ele está na Coreia, ele fica separado de sua mãe por um longo tempo. Agora, quando ele trabalha na China, sua mãe o acompanha.

A “Dama” ao lado do Jackson

Desde que ele “voltou” para a China cerca de meio ano atrás, tem uma companhia feminina ao lado do Jackson. Fãs, não se preocupem, seu Idol ainda é solteiro. Essa companheira é na verdade sua mãe. “Anteriormente eu foquei em desenvolver na Coreia e no Japão, e eu só via minha mãe uma ou duas vezes por ano. Eu sei que minha mãe sentia minha falta, e eu também sentia muito a dela. Então agora metade do tempo que eu estou trabalhando, eu levo minha mãe junto.”

No fanmeeting que foi realizado em Hong Kong recentemente, sua mãe foi dar apoio a ele. Realmente era uma mãe amorosa e um bom filho. Bonito e bom filho, não é a toa que os fãs são loucos por ele!

 

 

Fonte: Apple Hong
Tradução:
Jacke, May e Angel_Nessa
Revisão: L.M.S
Não reproduzir sem os devidos créditos!

2 comentários em “COSMOPOLITAN HONG KONG – Jackson: E daí se eu perder ou se eu estiver errado?”

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